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Nebulizadores X Dispositivos de Inalação

Espaçador

No momento de decidir qual acessório para o tratamento da asma usar, o paciente se depara com dúvidas freqüentes acerca da eficácia e características de cada opção. Veja no quadro a seguir as vantagens e desvantagens dos três tipos mais populares de dispositivos para inalação:

  Vantagens Desvantagens
Nebulizador
  • Umidificação eficaz das secreções
  • Facilita a expectoração
  • Custo elevado
Dispositivos de inalação de pó (Diskus ®, Turbuhaler ® e Aerolyser ®)
  • Praticidade
  • Deposição de maior quantidade de medicamento nos pulmões
  • Dificilmente utilizável em menores de 7 anos
Spray com espaçador
  • Praticidade
  • Utilizado em qualquer idade

Veja também:

3 comments March 17th, 2008

Espaçador: como usá-lo corretamente

Espaçador é um dispositivo acessório usado no tratamento terapêutico contra a asma que facilita a inalação do medicamento e evita o seu desperdício. Seu uso está indicado para todas as idades. Entretanto, ele é imprescindível para crianças.

O exemplo no vídeo a seguir ensina o uso do espaçador com máscara para crianças pequenas e exemplifica a técnica sem a máscara, para maiores de 7 anos:

Limpeza e conservação do espaçador: como fazer?

Assim como a sua escova de dentes, o espaçador é um equipamento de uso individual. Portanto, é recomendável tomar os seguintes cuidados para melhor conservá-lo:

  • A máscara pode ser lavada diariamente após a utilização com água e detergente neutro;
  • A câmara deve ser lavada semanalmente com detergente neutro e deve ser secado de forma natural (isto é, sem passar lenço ou toalha em seu interior);
  • O espaçador deve estar sempre armazenado dentro de um saco plástico, para estar protegido da poeira.

Veja também:

6 comments March 17th, 2008

Dispositivos para inalação: como usá-los corretamente?

O manuseio incorreto dos dispositivos de inalação é uma das principais causas da ineficácia de tratamentos terapêuticos contra a asma que envolvem esses aparelhos.

Diante desta constatação, a equipe médica do site Pulmonar disponibiliza a seguir um passo-a-passo audiovisual sobre como estes dispositivos devem ser utilizados de maneira adequada, garantindo assim o sucesso do tratamento.

Os vídeos a seguir contemplam a utilização de três dos dispositivos de inalação de pó mais populares, indicados pela grande maioria dos pneumologistas e pneumopediatras, de acordo com o perfil e necessidades de cada paciente: Diskus ®, Turbuhaler ® e Aerolyser ®.

Importante!

Algumas observações pertinentes antes de assistir aos vídeos:

  • O que diferencia os 3 modelos de dispositivos de inalação é basicamente a forma de preparar a dose de medicamento a ser inalada;
  • Depois disso a seqüência é a mesma para ambos: soltar o ar, colocar o dispositivo na boca, inspirar o mais rápido e forte que conseguir, prender a respiração por 10 segundos e finalmente soltar o ar devagar;
  • Sempre enxagüe a boca depois de usar do dispositivo de inalação;
  • Todos os dispositivos de inalação devem ser, após o uso, armazenados em local seguro, protegidos contra a poeira.

Como usar o Diskus ®

Neste dispositivo, o medicamento está sob a forma de pó, que será aspirado pelo paciente através do bocal localizado na parte superior do Diskus ®:

Como usar o Turbuhaler ®

Para acionar o Turbuhaler ®, sua base deve ser girada primeiro para um lado e a seguir para o outro até ouvir o clique do aparelho. Assim estará ele pronto para inalação, através de seu bocal superior:

Como usar o Aerolyser ®

O medicamento (sob forma de cápsula) deve ser armazenado dentro do dispositivo do Aerolyser ® e, na seqüência, furado através das agulhas acionadas pelas alavancas laterais do aparelho, deixando-o assim pronto para a inalação:

Veja também:

2 comments March 17th, 2008

As conseqüências da saúde em crianças com pais fumantes

Fonte da imagem - Flickr: http://www.flickr.com/photos/sashomasho/718292525/Veja a notícia do site da BBC Brasil de 09/03/2008, informando que a cada 35 mil crianças anualmente atendidas por problemas respiratórios em hospital na Inglaterra, 2 mil precisam de assistência médica porque foram expostas ao fumo pelos pais:

Um dos principais hospitais britânicos disse que um terço das crianças que atende em determinados casos ficam doentes porque os pais fumam na frente delas.

A incidência de bronquite, asma e infecções no ouvido poderia ser reduzida se os pais abandonassem o tabagismo, disse Steve Ryan, diretor clínico do Hospital Alder Hey, de Liverpool, no norte da Inglaterra.

Segundo Ryan, os pais mentem com freqüência sobre se fumam ou não na frente dos filhos.

A Fundação Britânica para o Pulmão diz que 17 mil crianças com menos de cinco anos recebem tratamento médico a cada ano por exposição à fumaça de cigarros.

Leia a notícia completa no site da BBC Brasil.

Comentar March 10th, 2008

Asma e crianças: cuidado redobrado com a limpeza

A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas. Ataca principalmente as crianças. Muitos fatores podem desencadear uma crise, entre eles: mudanças climáticas, baixa umidade do ar, fumaça de cigarro, poeira, mofo e pêlos de animais. Em casa a limpeza deve ser redobrada, pois é lá que as crianças passam a maior parte do tempo.

Fonte da imagem - Flickr: http://www.flickr.com/photos/viralbus/523977327/

A asma não tem cura, mas com um tratamento preventivo adequado é possível ter uma qualidade de vida próxima da normalidade. Sugere Bernardo Kiertsman, chefe do Serviço de Pneumologia Pediátrica da FCM da Santa Casa de São Paulo:

“Agora nas férias, é importante que as crianças brinquem em ambiente saudável, de preferência ao ar livre, com liberdade”.

O quarto dos pequenos e, se der, os demais ambientes da casa devem ser bem arejados, sem carpetes ou tapetes, com móveis não estofados, e cortinas laminadas ou painéis plastificados, facilmente laváveis. Prateleiras devem ser sempre muito bem limpas, e os armários e estantes, de preferência embutidos, protegidos da poeira. Não se deve usar espanador ou vassoura. Locais atingidos por mofo devem ser tratados com uma solução de ácido fênico a 5%, borrifado, uma ou duas vezes ao mês.

Ainda de acordo com Bernardo, é necessário evitar ursos de pelúcia e aqueles “cobertorzinhos” pendurados na chupeta; pois eles funcionam como coletores de pó.

A criança asmática, por sua vez, deve evitar aglomerações, odores fortes, e principalmente, fumaça de cigarro. É prudente limpar a casa todos os dias com um pano úmido para deixá–la livre de ácaros e poeira. Atenção também aos produtos de limpeza. Ao contrário do que parece, aqueles que deixam a casa cheirosa não são os mais indicados, pois o excesso de perfume pode levar a uma crise de asma.

O mais importante não é só tratar a crise e cuidar da higiene do ambiente, mas também levar periodicamente a criança asmática ao médico especialista para avaliação e orientação sobre um tratamento preventivo adequado.

Importante

Bernardo deixa algumas dicas para melhor controle da doença:

  • Manter uma alimentação adequada e preferir alimentos leves, como frutas e verduras, ajuda o organismo a ficar saudável e apto a resistir às substâncias que provocam alergia.
  • A pratica de esportes é muito importante no desenvolvimento da criança, ajuda a fortalecer os músculos do diafragma e a melhorar a respiração, mas para praticar exercícios físicos, a asma deve estar controlada.
  • Ao optar por um bichinho de estimação, prefira aqueles sem pêlos ou penas, como peixinhos ou tartarugas.
  • Não vista a criança com lã ou linho. Prefira o uso de malha, moletom, nylon e couro.

Comentar March 6th, 2008

Perigo: não deixe seu inalador virar um foco de contaminação

Medidas como higienização diária e cuidados com a medicação são essenciais para garantir a segurança do tratamento

nebulizadorOs nebulizadores, ou inaladores, como são chamados popularmente, são dispositivos que auxiliam no tratamento de doenças respiratórias graves, como a asma e a fibrose cística. Também são utilizados em problemas respiratórios eventuais e que não exigem uso contínuo, entre eles as gripes, resfriados e pneumonias.

A principal vantagem na sua utilização é a administração de medicamentos diretamente nos pulmões, além da fluidificação das secreções. Ressalta o pneumologista José Eduardo Delfini Cançado, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT):

“No inalador, também é possível associar vários medicamentos, com efeitos e funções diferentes. Além disso, podemos aumentar ou diminuir suas doses, conforme o paciente e o caso”.

A despeito de muito comuns na rotina de pacientes com distúrbios respiratórios, pouco se fala do risco de contaminação por falta de higiene inadequada. Até mesmo os fabricantes não incluem no manual de instruções as orientações para desinfecção.

Vale registrar que a higienização adequada não interfere na eficácia do aparelho. Além da solução medicamentosa, a máscara e o copo reservatório são consideráveis fontes de contaminação quando não realizada a limpeza ideal. Aliás, são autênticas portas de entrada para uma doença respiratória.

Uma das bactérias que pode se instalar no inalador é o Pseudomonas aeruginosa, responsável por infecções respiratórias e pneumonias. Chega a contaminar 35% dos nebulizadores de portadores de fibrose cística.

Os dados dos usuários freqüentes reforçam a preocupação: apenas 15% dos pacientes crônicos, portadores de fibrose cística, utilizam rotineiramente alguma técnica de desinfecção de seus nebulizadores. Já entre os asmáticos, somente 62,5% deles limpam seus aparelhos e acessórios diariamente. Alerta Maria Helena Bussamra, pneumologista pediátrica da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT):

“A ação do nebulizador é transformar o medicamento em pequenas partículas e possibilitar a sua penetração nos pulmões. Se não houver uma higienização correta, fungos e bactérias podem acompanhar a medicação. Então, o que deveria servir de aliado no tratamento pode virar um grande vilão”.

Eliminando a sujeira

Não há um padrão na higienização, mas existem consensos médicos sobre a melhor forma de limpar. Antes de manusear o equipamento e a medicação é preciso lavar bem as mãos. Logo após, deve-se lavar com sabão neutro e secar bem.

Como o nebulizador é de material plástico e permanece em ambiente úmido - é preciso água para seu uso -, a dica é lavar com água sanitária na concentração de 0,05%, de acordo com as normas do Ministério da Saúde, o que oferece desinfecção, eliminação de fungos e de bactérias.

“Recomendamos ligar o jato de ar antes de guardar o nebulizador para que o sistema fique bem enxuto. Uma dica importante: tanto o uso contínuo quanto a utilização em prazo curto exigem limpeza diária. Na utilização contínua, vale frisar, o certo é ter dois nebulizadores e usar de forma alternada, fazendo a higienização sempre no fim do dia. Além disso, o nebulizador não deve ser compartilhado com ninguém”.

Programas de educação para a população amenizam o problema

De acordo com a especialista, projetos educativos são medidas baratas e eficazes para que os pacientes portadores de doenças crônicas tenham habilidade técnica no uso e higiene do nebulizador, com possível impacto na evolução da doença e na qualidade de vida.

Como preparar a solução para desinfecção do nebulizador

  • 25ml de hipoclorito 2% (água sanitária comercializada)
  • 975ml de água fervida

Esta solução se mantém estável por 6 horas - hipoclorito 0,05%

Desinfecção

  1. Lavar o copo de nebulização e a máscara com água e detergente neutro
  2. Secar
  3. Imersão na solução de hipoclorito por 30 minutos
  4. Não enxaguar
  5. Secar com pano limpo ou naturalmente

A extensão do sistema, que liga o copo ao compressor, pode ser limpa com álcool 70%. Recomenda-se montar o circuito e ligar o compressor de ar para secar o sistema antes de guardá-lo.

2 comments February 29th, 2008

Qualidade do ar em aviões está sob suspeita

Fonte da imagem - Flickr: http://www.flickr.com/photos/shockvalue/415807994/Diversos estudos realizados em todo o mundo apontam que a qualidade do ar nos aviões e preocupante e gera riscos à saúde. Aliás, essa má qualidade é considerada a principal causa problemas respiratórios e outros tipos de distúrbios para os passageiros.

Um dos vilões é a baixa umidade relativa do ar, pois em grandes altitudes o clima é muito seco. Além disso, em sua passagem pela turbina, o ar é aquecido a altas temperaturas e desidratado ainda mais. Explica a presidente da Comissão de Asma da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) Lilian Serrasqueiro Ballini Caetano:

“O grau de umidade relativa varia de acordo com o tipo de aeronave, duração do vôo, número de passageiros a bordo e com a posição ao longo da cabine de passageiros, sendo mais alto próximo aos lavatórios e cozinhas de bordo. Tipicamente, a umidade do ar se situa entre 15% a 30%, um estado de atenção, nos grandes vôos intercontinentais.”

A conseqüência é o ressecamento das mucosas, levando a irritação e inflamação local. Os passageiros podem apresentar sintomas como sede, irritação ocular e nasal. Alerta o pneumologista José Eduardo Delfini Cançado, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia:

“Outro problema nas aeronaves é a baixa temperatura na cabine, já que o ar externo, em grandes altitudes, é muito frio - chega a –80oC. A baixa temperatura associada à baixa umidade relativa do ar diminui a imunidade, facilitando infecções locais como faringite, amigdalite, sinusite e pneumonia e, nas pessoas portadoras de doenças respiratórias, aumenta o risco de crises de asma, rinite e doença pulmonar obstrutiva crônica. Portanto não devem ser utilizados diuréticos e bebidas alcoólicas, pois podem potencializar este efeito”.

Hipoxemia

O principal problema relacionado, em vôos, ao doente pulmonar é a Hipoxemia, o baixo teor de oxigênio no sangue. A pressão em uma cabine de avião simula níveis de oxigênio muito parecidos aos encontrados em altitudes que variam de 2.000 a 2.700 metros acima do nível do mar e, ou seja, a oferta do gás é baixa, o ar é rarefeito.

Desse modo, é de extrema importância medir a oxigenação do paciente quando for exposto a baixos níveis de oxigênio. Além disto, existe a característica do ar na cabine da aeronave ser mais seco ou mais frio e, das alterações de pressurização e despressurização nas aterrissagens e decolagens. Pondera Lilian Serrasqueiro:

“Então temos menos oxigênio por ml do ar inalado. Os indivíduos com hipoxemia crônica hiperventilam ou têm de conviver com menor oferta de oxigênio e a conseqüente doença.”

Ainda segundo a especialista, existe também o problema de distensão dos gases:

“Expandem-se os gases quando diminui a pressão atmosférica, e então podemos ter distensão dentro do intestino e estômago, aumentando o volume abdominal e dificultando a expansão torácica e mobilidade diafragmática.”

Não existe razão para que os indivíduos portadores de doenças respiratórias, como a asma, sejam desencorajados a viajar de avião. O mais relevante é a prevenção, tratando-se adequadamente o paciente para diminuir riscos. Completa a dra. Lilian Serrasqueiro:

“Em caso de viagens aéreas, deve-se sempre levar a medicação de manutenção e aquela orientada para uso em emergência. Para as pessoas portadoras de doenças respiratórias crônicas é fundamental a orientação de um pneumologista, pois durante o vôo os sintomas podem se agravar devido à baixa temperatura, à baixa umidade relativa do ar, e à oxigenação na altitude.”

Comentar February 27th, 2008

Asma: 1500 pacientes por dia em épocas de condições climáticas favoráveis

Fonte da imagem: Flickr - http://www.flickr.com/photos/mintytrina/1760263011/Doença pulmonar caracterizada pela inflamação crônica das vias aéreas, a asma tem grande incidência em todas as faixas etárias. Num pronto-socorro de porte médio, de um hospital do ABC, na Grande São Paulo, por exemplo, o atendimento médio é de 1.000 a 1.500 pessoas com doenças respiratórias por dia. Em períodos mais frios, salta para 3.000 a 4.000 casos.

Em contato com os alérgenos, as asma leva ao fechamento dos brônquios, reduzindo a passagem de ar aos pulmões. Porém, de acordo com Lílian Ballini, presidente da comissão de asma da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), normalmente basta um bom histórico clínico para detectá-la.

Sintomas como tosse, falta de ar, chiado e aperto no peito são sintomas. Os portadores, portanto, têm de evitar fatores de risco, como fumaça de cigarro, pó, ácaros, poluição, exercícios físicos, pêlos de animais e até as alterações emocionais.

A asma é muito mais freqüente nas crianças. Cerca de 70% dos pequenos que têm asma apresentam sintomas durante os primeiros anos de vida. Mas muitas vezes o diagnóstico só é confirmado bem mais tarde. Os nascidos em família com pai, mãe, ou ambos alérgicos, possuem grande propensão para o desenvolvimento, que pode ou não vingar, dependendo do ambiente.

Tratamento

As crises e os fatores desencadeantes variam conforme o paciente. Por este motivo, o tratamento deve ser orientado por um médico especialista após avaliação clínica. Informa Lílian:

“É possível ter uma vida normal com asma. Usando corretamente e continuamente a medicação, o paciente pode apresentar melhora significativa no sistema respiratório”.

O diagnóstico da asma, aliás, é feito com base em sinais e sintomas relatados pelo próprio paciente em conjunto com constatações do exame clínico. E, em alguns casos, dos exames complementares, como a espirometria, que quantifica a obstrução de ar e identifica eventuais obstruções.

“O tratamento não deve de maneira alguma ser interrompido. Porque a asma é uma doença sem cura; ela é apenas controlada. É imprescindível que o paciente não altere a dosagem do medicamento sem autorização médica. A cooperação do portador no tratamento é importantíssima para o sucesso do mesmo”.

Bombinhas

Ao contrário do que muitos especulam, as bombinhas são medicamentos seguros, de efeito rápido e com menos efeitos colaterais do que comprimidos e xaropes de mesma formulação. São consideradas excelentes para tratar a asma, pois vão direto aos brônquios inflamados.

“Devemos sempre lembrar que a maior parte das mortes por asma se deve à falta de tratamento, e não ao excesso”.

O presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) José Eduardo Cançado explica que as bombinhas não são todas iguais. Existe a antiinflamatória, usada diariamente para controle; e a broncodilatadora, que não trata a doença, apenas alivia o sintoma:

“As pessoas acham que todas são para a falta de ar. Com este conceito equivocado, em vez de tratar a doença, fazem-na piorar”.

O Brasil e a asma

No Brasil atualmente contamos com a liberação gratuita de medicamentos antiasmáticos moderados e graves. Segundo Lílian, o ideal seria a liberação dos medicamentos para qualquer nível de gravidade da doença:

“Evitaríamos, assim, que pacientes com asma mais leve tivessem os sintomas agravados por não usas regularmente a medicação devido ao alto custo dos mesmos”.

Comentar January 31st, 2008


12° Congresso Paulista de Pneumologia e Tisiologia

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