Posts publicados em 'Infecções Respiratórias'

Gripe ou resfriado? Não confunda: gripe pode até matar

Vírus Influenza - imagem: Flickr http://www.flickr.com/photos/pingnews/434420191/A gripe e o resfriado são infecções respiratórias causadas por vírus, e possuem algumas semelhanças. No entanto, contrariando o que muita gente pensa, não são a mesma doença: têm sintomas, causas e tratamentos distintos.

Ambas costumam ter maior prevalência no inverno. Em parte devido à aglomeração de pessoas em locais menos ventilados, o que facilita a disseminação do vírus. Boas medidas preventivas são evitar ambientes com tais características, além da boa alimentação.

O resfriado

O resfriado ocorre mais comumente. Não é grave e dura aproximadamente quatro dias. Um sintoma bem característico é a coriza, inicialmente aquosa e abundante, torna-se, progressivamente, viscosa, espessa e de cor amarelo-esverdeada. Normalmente também apresenta obstrução nasal e tosse, que podem durar até duas semanas. completa Mauro Gomes, diretor da Comissão de Infecções da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT):

“Espirros, dor de cabeça, dor de garganta, febre baixa, são outros sintomas do resfriado. É transmitido pelo contato direto pessoa-a-pessoa, por meio das gotículas eliminadas ao falar, tossir ou espirrar”.

Segundo José Eduardo Cançado, presidente da SPPT, o resfriado é viral, portanto, não há tratamento especifico, pois antibiótico não mata o vírus. Pondera Mauro Gomes:

“Quando os antibióticos são empregados com a intenção de prevenir complicações bacterianas, chega-se a um problema e não à solução. Há uma seleção natural de bactérias resistentes aos antibióticos, complicando o quadro clínico”.

O aconselhado é que o paciente repouse e use agasalhos, que melhoram o bem estar. Analgésicos e antitérmicos devem ser usados, quando necessário e prescritos por um médico especialista, para melhorar a dor de cabeça e a febre:

“Não há vacina para o resfriado devido ao grande número de vírus causadores. Um dado importante: não existe evidência científica de que a utilização de vitamina C previna qualquer infecção respiratória”.

A outra

A gripe é causada por um vírus da família Influenzae, de tipos A, B e C, que sofre constantes mutações. Devido à natureza inconstante do vírus, há o risco de desenvolvimento de compilações até fatais. Isso faz da gripe uma grande ameaça à saúde pública.

Costuma durar mais de uma semana e, além de apresentar os mesmos sintomas do resfriado, tem sintomas como febre alta, dores pelo corpo, fadiga, tosse. Pode comprometer também os brônquios e os pulmões, levando à pneumonia.

Outras consequências são a sinusite, otite média, descompensação do diabetes mellitus, agravamento de doenças pulmonares crônicas, insuficiência e/ou arritmias cardíacas. Explica Mauro:

“Os vírus da gripe disseminam-se principalmente pelo ar. Difundem-se por gotículas produzidas durante a tosse, pelos espirros, ao falar e ainda pela auto-inoculação, após o contato das nossas mãos com as superfícies como toalhas, corrimãos, maçanetas etc., previamente contaminadas com secreções respiratórias de pacientes com gripe”.

Para a gripe existe a vacina antiinfluenzae, que deve ser tomada no período que antecede o inverno:

“É necessário lembrar que a vacina não confere 100% de proteção contra a gripe, mas evita as formas mais graves, diminuindo o índice de mortes por pneumonia”.

Outro fator essencial é o fato de que, devido ao vírus da gripe passar por diversas mutações, a vacina tem de ser tomada todos os anos, além de que os anticorpos produzidos diminuem com o tempo.

Comentar February 1st, 2008

Entrevista na Rádio Web sobre uso do ar condicionado

Desde a última semana de janeiro circula em emissoras de diversos pontos do Brasil uma entrevista do serviço “Saúde” do Conselho Federal de Medicina, produzido pela Agência Rádio Web, com o pneumologista José Eduardo Delfini Cançado, presidente da SPPT, acerca do uso do ar condicionado no verão e os cuidados com a saúde respiratória.

Ouça na íntegra a entrevista, realizada por Ingrid Silveira, clicando em “Play Now”:

icon for podpress  Entrevista Agência Radioweb: Play Now | Play in Popup | Download (78)

Comentar January 30th, 2008

Fuja da gripe no inverno

Nutrição adequada é forte aliada para a prevenção e reabilitação

fonta de imagem: Flickr - http://flickr.com/photos/periodismodepaz/799722837/Freqüentemente, o inverno de muita gente é acompanhado de uma velha conhecida: a gripe. Com as baixas temperaturas e a falta de umidade do ar, ficamos ainda mais propensos a adquirir o vírus, principalmente pela maior convivência em ambientes fechados.

Com intensidade variável, febre, dores no corpo, na garganta e de cabeça são alguns dos sintomas. Impedir que o mal-estar se prolongue e te derrube está significativamente associado à nutrição adequada. Adverte Patrícia Morais de Oliveira, nutricionista do GANEP Nutrição Humana:

“A alimentação saudável deve ser um hábito diário, pois fortalece o sistema imunológico, podendo, inclusive, auxiliar na recuperação do organismo acometido por viroses”.

Segundo ela, aproveitar as potencialidades dos alimentos é um benefício tanto à prevenção quanto à recuperação de gripes e resfriados.

Aproveite as dicas e fique longe do mal

Seja em função de crendices ou mesmo por indicações de amigos e farmacêuticos, diversos produtos são, costumeiramente, adicionados ao cardápio de uma pessoa gripada. Muitos deles realmente têm eficácia, outros não passam de mito. Orienta Patrícia:

“Além de saborosa e nutritiva, a canja de galinha pode beneficiar o acometido. Primeiramente, por causa de seu calor. Líquidos quentes ajudam na expectoração. Outro atributo do prato é um aminoácido presente no frango, a cisteína. Essa substância tem a capacidade de agir sobre o muco, tornando-o menos espesso”.

Aliás, é bom salientar que a ingestão de líquidos é muito importante para a recuperação, assim como as frutas, verduras, legumes, grãos, carnes magras, hidratos de carbono (pão integral, arroz, batata, mandioca), leite e derivados. Pondera a nutricionista:

“Em casos de gripe, deve-se dar preferência a alimentos com pouca gordura, uma vez que o organismo debilitado precisa de repouso e, desta forma, não pode gastar energia excessiva com a digestão. Sob esse aspecto, é prudente que alimentação seja fracionada, de 4 a 5 pequenas refeições ao dia. As bebidas alcoólicas também devem ser evitadas”.

A ingestão de fontes de vitamina C é essencial. “Apesar de não haver estudos científicos que comprovem que a ingestão diária, mesmo em quantidades adequadas, previna a infecção, é conhecido que uma pessoa que consome regularmente a substância tem gripes com duração menor e com sintomas mais amenos. Por isso tenha sempre o hábito de consumir laranja, acerola, goiaba e limão”.

A gripe, nos casos não complicados e em adultos saudáveis, evolui espontaneamente para a cura de cinco a sete dias. Com hábitos alimentares saudáveis e o repouso adequado, esse processo é agilizado e menos incômodo. No entanto, o acompanhamento médico é fundamental para que cada tipo de enfermidade receba a assistência apropriada.

1 comment August 2nd, 2007

Ir à praia resfriado faz mal?

Mais uma pergunta recebida através de nosso serviço Pergunte ao Doutor, desta vez referente ao tema resfriado:

fonta de imagem: site PulmonarPergunta
Ir a praia resfriado, apanhar sol e entrar no mar com coriza piora a situação? faz mal?

Resposta
O resfriado é uma infecção viral, que normalmente dá mal estar, dores no corpo, coriza, dor na garganta, tosse e febre baixa, durante de 7 a 14 dias, que é o tempo que o organismo leva para criar imunidade e combater o vírus, resolvendo a infecção. Nem sempre todos esses sintomas estão presentes. Ir à praia e tomar muito sol, pode piorar esses sintomas, aumentando o mal estar e a indisposição mas, não faz com que a infecção piore. Portanto, depende de como você está se sentindo: se o quadro for mais leve e você já estiver bem, poderá ir à praia; por outro lado, se você estiver prostrado, com febre e indisposição, evite ir.

A pergunta de hoje foi sobre resfriado. Acompanhe esta série comentando os posts acerca das perguntas respondidas (para isso utilize a caixa de comentários, clicando em ‘Comentar’ no rodapé do post) ou envie a sua dúvida sobre saúde respiratória para o nosso serviço Pergunte ao doutor. Participe!

Comentar April 13th, 2007

Estou com resfriado ou gripe?

Resfriado comum é uma doença freqüente e dispendiosa, que pode atacar algumas pessoas até doze vezes ao ano e provocar muitos dias de trabalho perdidos. Influenza ou gripe é também uma doença freqüente e dispendiosa que alcança níveis epidêmicos todos os anos no outono e inverno e pode ter complicações graves.

fonte da imagem: Flickr - http://www.flickr.com/photos/bbuncensored/254698671/Gripe e resfriado têm algumas semelhanças, principalmente porque ambas são infecções respiratórias agudas e causadas por vírus e têm alguns sintomas similares. Se um resfriado é confundido com uma gripe não há problemas (esporadicamente poderá levar a uma otite ou sinusite que precisarão antibióticos), porém, se uma gripe é confundida com um “resfriado forte”, potencialmente poderá complicar com uma pneumonia, por exemplo, que pode ser grave e até fatal.

De forma caracteristica, o resfriado começa lentamente, dois ou três dias após a infecção com o vírus. Os primeiros sintomas são dor de garganta, espirros e nariz escorrendo; a temperatura é normal ou ligeiramente elevada. Tosse pouco exigente pode aparecer mais tarde. A duração do quadro clínico é de dois a sete dias. Os sintomas costumam ser piores em crianças pequenas que podem apresentar febre alta.

Sinais de gripe incluem início súbito com: dor de cabeça, tosse seca e calafrios. Os sintomas pioram mais rapidamente que no resfriado. O paciente com gripe sente-se esgotado, com dores musculares nas costas e nas pernas. Febre alta é freqüente e começa a diminuir no segundo ou terceiro dia, quando os sintomas respiratórios como congestão nasal e dor de garganta aparecem. Fadiga e cansaço, por vezes intensos, podem durar vários dias ou até semanas.

Os sintomas do resfriado e da gripe, às vezes podem simular outras doenças que podem ser mais graves, como infecções de garganta, sarampo ou catapora. Alergias também podem lembrar resfriados com os sintomas de nariz escorrendo, espirros, etc.

Veja o quadro comparativo e mais informações sobre as diferenças entre gripe e resfriado neste artigo do site Pulmonar.

1 comment April 12th, 2007

Pneumonia: riscos e mitos

Excluídas questões relacionadas à gestação, a pneumonia é a principal causa de internação hospitalar no SUS, totalizando 900 mil casos por ano

Imagem: site medkast.libsyn.comAs pneumonias são infecções que acometem os pulmões. Causadas especialmente por bactérias que conseguem penetrar no interior dos pulmões, são raros os casos em que a transmissão acontece de uma pessoa para outra, diferentemente da gripe. O mais comum é que bactérias que habitam naturalmente a boca ou os seios da face consigam atingir os pulmões por uma falha no sistema respiratório.

Segundo Mauro Gomes, diretor científico da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o organismo com baixa resistência é o que mais favorece à infecção:

“O maior número de internações e óbitos ocorre nos extremos de idade, isto é, nas crianças e nos idosos acima de 60 anos. São esses os grupos de maior risco de mortalidade provocada por pneumonias. Portadores de doenças que levam ao comprometimento do sistema imunológico, como câncer, AIDS, lúpus ou diabetes, além dos fumantes, também estão mais expostos a risco”.

O especialista adverte que há tipos menos freqüentes de bactérias causadoras de pneumonia, como germes, que sobrevivem e se multiplicam em sistemas de ar condicionado central. “Manter estes equipamentos devidamente higienizados e realizar a manutenção adequadamente são importantes medidas na prevenção”.

Os números da Pneumonia

No Brasil existem poucos estudos sobre incidência e mortalidade da pneumonia. Segundo Rosali Teixeira Rocha, médica assistente do pronto-atendimento de Pneumologia da UNIFESP-EPM, 24.756 óbitos por pneumonia foram relatados em 2005, com 70% dos casos em pacientes maiores de 65 anos e 7% menores de 4 anos (fonte: DATASUS):

“A taxa de mortalidade nos pacientes que fazem o tratamento ambulatorial é menor que 1%, mas entre aqueles que necessitam de hospitalização, varia de 6 a 16%”.

Os números são mais alarmantes em populações específicas como pacientes com outras infecções ou idosos residentes em asilos. “Pode chegar a 50% nos pacientes tratados em unidade de terapia intensiva”, alerta a médica.

Importância da prevenção

As gripes, tão comuns nesta época do ano, quando os ambientes estão sempre fechados, com a circulação de ar prejudicada, favorecem a penetração de bactérias no interior dos pulmões. O vírus Influenza é o responsável pelos quadros mais graves e, portanto, está bem relacionado à pneumonia. Esses casos de gripe, em particular, aumentam a suscetibilidade à infecção pulmonar. Pondera Mauro:

“A vacinação contra a gripe é uma medida que deveria ser adotada por todos, especialmente crianças e idosos. Além de reduzir a incidência da própria gripe, também diminui os índices de pneumonias”.

Rosali completa que a vacina também é recomendada a todos os residentes em centros geriátricos ou instalações para cuidados crônicos, adultos e crianças com doenças crônicas e grupos capazes de transmitir o vírus influenza a pacientes de alto risco, que são profissionais da saúde e pessoas em contato ocupacional com doentes crônicos.

Mesmo vacinado, o indivíduo não está 100% protegido. Pessoas com maior predisposição à pneumonia, orientadas pelo médico, podem procurar a vacina contra o pneumococo, que é a principal bactéria causadora de pneumonias. Esclarece Mauro:

Mauro Gomes, pneumologista da Santa Casa“A proteção proporcionada por estas vacinas não envolve nas suas composições todos os vírus e bactérias que potencialmente podem levar à infecção respiratória. Por isso, mesmo pessoas que foram vacinadas podem, eventualmente, ser vítimas de infecção. Isso não é motivo para deixar de se vacinar, pois o risco de adoecer fica bem reduzido”.

Diagnóstico e tratamento

Segundo Rosali, o País deve se conscientizar da importância da pneumonia. É preciso diagnosticar e avaliar a gravidade para tratar o mais rápido e adequadamente possível essa doença. Os testes atuais são mais rápidos e possibilitam diagnóstico específico de dois dos principais agentes causadores de pneumonia (S. pneumoniae e Legionella pneumophila) bem como a identificação de pacientes com casos graves para pronto estabelecimento de estratégias terapêuticas. Com relação à medicação, os antibióticos de última geração oferecem cobertura ampla para os agentes causadores.

Ou seja, o Brasil dispõe de todos os recursos necessários para o diagnóstico e tratamento da pneumonia. Nem assim a incidência da doença ou mortalidade vêm diminuindo. Portanto, para mudar este panorama, quanto mais rápido for o diagnóstico e o início do tratamento, menores os riscos de morte por pneumonia. Em grande parte das situações, o tratamento com antibióticos é feito em casa, com o paciente em repouso e ingerindo bastante líquido. Somente quando a gravidade for maior devem ser tratados em regime de internação hospitalar e, se necessário, em UTI.

2 comments March 11th, 2007

Reabilitação em pacientes com doença pulmonar crônica para melhor qualidade de vida

Abordagem multidisciplinar visa estimular mudanças no dia a dia de portadores de DPOC

A cada dia que passa o processo de reabilitação pulmonar ganha mais espaço no tratamento de pacientes portadores de doenças pulmonares crônicas. A explicação está no fato de proporcionar a melhoria da qualidade de vida, criando nova perspectiva e devolvendo ao individuo a independência e a interação com o meio.

Fonte da imagem: site IADTEm suma, trata-se de um programa contínuo de tratamento baseado em exercícios físicos individualizados, orientações nutricionais e apoio psicológico realizados nos centros específicos de reabilitação. Aliás, a reabilitação pulmonar compreende a abordagem multidisciplinar, realizada por médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, enfermeiros e psicólogos.

Antes da reabilitação pulmonar ser indicada como um tratamento coadjuvante a estabilidade clínica deve ser garantida. A fisioterapeuta Carla Malaguti, professora doutora do mestrado em reabilitação da Uninove, lembra que embora todos os componentes da reabilitação tenham sua importância, “o treinamento físico, a motivação e a expectativa do paciente são elementos-chave para proporcionar mudanças na vida do paciente”.

A reabilitação pulmonar é utilizada quando a medicação isoladamente não proporciona efeito na falta de ar e fadiga limitante nas atividades de vida diária. Combina a administração de medicamentos com exercícios aeróbios e de força. Dr. Oliver Nascimento, da Disciplina de Pneumologia da UNIFESP, afirma que o tratamento deve ser iniciado logo ao surgimento da falta de ar.

“Assim será possível amenizar os sintomas, com a redução da falta de ar, resultando em melhora na qualidade de vida, pois não muda a progressão da doença”.

O conceito de reabilitação pulmonar foi adotado no Brasil recentemente. Em 1992, o primeiro centro específico para esse tipo de tratamento foi inaugurado na UNIFESP. Atualmente, há mais de 50 espalhados pelo país.

Dra. Carla ressalta que o método não alivia apenas os sintomas como devolve a autonomia ao paciente: “Talvez não aumente a sobrevida, mas contribui efetivamente com a redução dos sintomas e gastos nos cuidados com a saúde, melhora do desempenho físico e qualidade de vida destes pacientes”.

Doenças Pulmonares Crônicas

Degenerativa e incurável, a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) engloba um conjunto de alterações pulmonares; as mais conhecidas, a bronquite crônica e o enfisema pulmonar. Os principais sintomas são tosse, produção de catarro e falta de ar. É importante salientar que a patologia tem forte relação com o tabagismo. Cerca de 90% dos portadores fumam ou já fumaram, de acordo com o presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), dr. Rafael Stelmach.

Além do cigarro, a herança genética e a deficiência de uma enzima (alfa 1 antitripsina) responsável por bloquear o efeito de substâncias destrutivas do pulmão são apontadas como outras determinantes para o desenvolvimento da DPOC. Há fatores externos também nocivos, como a exposição à poluição, a irritantes químicos e contato excessivo com fumaça, o que inclui queima doméstica de combustível - forno à lenha em lugar mal arejado, por exemplo.

A DPOC é mais comum entre a população com idade superior aos 40 anos. Um dos grandes problemas para seu enfrentamento é a falta de informação. Muitas pessoas nem imaginam que a doença existe. Isso talvez explique o motivo de normalmente ser diagnosticada bastante tarde.

Em 2001, foram responsáveis por 230.000 internações, que consumiram nada menos do que R$ 100 milhões. Isso sem falar no custo social que é altíssimo, pois contabiliza a interrupção das atividades produtivas e sociais, além de mais e mais mortes todos os anos.

4 comments February 22nd, 2007

Blog do Pulmonar está no ar!

A SPPT lança o Pulmonar Blog, site que irá atuar como o braço divulgador do Pulmonar, projeto que há pouco completou 6 meses no ar com enorme êxito de audiência e participação dos usuários.

Pulmonar Blog, projeto pioneiro na internet brasileira por ser o primeiro site em formato de blog a tratar exclusivamente do tema saúde, prevê a publicação diária de notícias e conteúdos sobre saúde respiratória, tais como asma, tabagismo, DPOC, fibrose cística, alergia respiratória, hipertensão pulmonar e infecções pulmonares, entre outros, contando com a participação direta dos usuários nas sugestões para publicação de temas e na interação entre os visitantes, através dos comentários acerca do conteúdo publicado.

Para acessar o Pulmonar blog acesse: www.pulmonar.org.br/blog

1 comment February 20th, 2007


12° Congresso Paulista de Pneumologia e Tisiologia

o que é?


Pulmonar Blog publica diariamente
notícias sobre saúde respiratória, numa
linguagem acessível e dirigida ao
grande público. Este site é mantido
pela SPPT (Sociedade Paulista de
Pneumologia e Tisiologia).

Atenção: para dúvidas sobre saúde
respiratória escolha um tema a seguir
em nosso Glossário Respiratório ou
acesse o serviço Pergunte ao Doutor.

 
 
 
 
 

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